sábado, agosto 14, 2010

de quando olhava deitada neste azul

deito teu isqueiro esquecido em minha cama
na esperança de reacender aquela brasa antiga

calor amigo que faz falta agora

mas se já preferes deixar meu coração sem chamas,
me deixa sossegar sozinha neste mar de água doce

- já que teu esquecimento me afetou também.

2 comentários:

Pedro Pan disse...

, magistral!
, a saudade doi, mas as vezes nos mostra tamanha beleza. como aqui, como agora...
, beijos meus.

yara b . disse...

que bonito isso, dona.