segunda-feira, março 29, 2010

do fim do mês

enquanto me escondo ali atrás
entre um cigarro que fumo
e outro que nunca trago,
tu te apossas ilegalmente
daquilo que não te pertence -

o tempo.

em silêncio
vai influindo agora no meu desconforto
a lembrança doce
de quando eu inocente a ti me despia.

daí eu me viro e te peço:
devolve a minha paz do travesseiro que nem ouso mais usar

porque se tempo é dinheiro,
minha dívida só tem aumentado

6 comentários:

Emanuel disse...

Adorei aqui.Post lindo.

Pedro Paulo Pan disse...

, o tempo e seu tique-taque e um mês que finda, a "paz do travesseiro" que desejas... e, quando adormece sonhas... com ele, com vocês...
, beijos meus.

Geraldo Brito (Dado) disse...

Bela prosa! Parabéns pelo blog!

Anônimo disse...
Este comentário foi removido por um administrador do blog.
e só. disse...

Parabéns pelo blog!

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=**

rafa disse...

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