terça-feira, outubro 14, 2008

viagem sem fim parte II

senti a silhueta
redonda
da minha borracha
no meu estojinho
como as bolinhas
de gude
que pulavam no beco
quase aqui ao lado
quando da infância
e me refiz em silêncio:

alguns rabiscos
não se podem apagar.

3 comentários:

Three time free disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Three time free disse...

silinhas...
ah, dô selinhos.
tão foufo,oh,tão lindinho.




p.s: tantos erros
daí tive que apagar as letrinhas e reescrevê-las.

Solin disse...

Podem não.
Ainda não sei se é bom ou ruim...

mas um estojo cheio de canetas é sempre bom.