domingo, setembro 23, 2007

Três da tarde.


Compras num sábado após o banho. Dinheiro. Uma rápida visita e a companhia. O embarque. Trechos dos dias que lhes antecederam. A paisagem. Meia hora depois, a descida. Mais uma companhia. Na praça movimentada, três almas amigas. Vinho, queijo e trelelê. Uma faca na bolsa. Ajuda para abrir o vinho. Uma pedra. Momento neolítico. Quebra-se uma caneta. Acha-se um caderno. Passeios e fotografias para os outros. Livros e música para nós. Um poema. O sol prestes a se por. A vista para o mar. Da beira, silêncio. Um copo que derrama, uma canção que enlouquece. Há outras pessoas formando suas vidas. Somando somos mais três. Há também uma igreja. Rosas brancas e missa. Mais duas rosas para nós. O vinho perfuma as pétalas. O fogo e o botão. A caminho, uma carona. Um fusca azul. A guiar, um simpático senhor. A reviver, almas imersas em amor. Mais poesia e música. As rosas fazendo sucesso. Puras e bentas, vindas da igreja, agora passeiam em outra praça. O momento tarda enquanto existe. A hora se acalma e nos despede. E a noite nem finda ali.


Três na noite.

Um comentário:

Andréa disse...

ohhhhhhhhhhhh tão lindo, tão rítmico, tão tu, tão nós

lindão esse dia mesmo

beijô do tamanho dos teus sonhos ^^