terça-feira, julho 17, 2007

enfim, um buraco
um copo quebrado
no chão da sala
o vulto do silêncio
que já passou
bem no meio da janela...

palavras vazias
tatuadas num papel
rabiscos que jamais serão lidos de novo
voam como a poeira da estrada
perdem-se em qualquer rua
e voltam rasgadas como um olhar...

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